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Em um artigo publicado na revista Nature, pesquisadores investigaram caminhos alternativos para aliviar a experiência emocional negativa da dor, mantendo o processamento sensorial intacto. Eles identificaram os neurônios1 envolvidos no sofrimento emocional associado à dor e desenvolveram uma abordagem genética que pode aliviar o sofrimento sem o uso de opioides.
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Mulheres vacinadas contra o HPV apresentaram um risco 37% menor de desenvolver lesões1 vulvovaginais de alto grau em comparação com mulheres não vacinadas. Essa redução aumentou para 55% entre as mulheres vacinadas entre os 10 e 16 anos de idade, o que reforça os benefícios da imunização2 precoce. Os benefícios foram observados mesmo em mulheres que receberam apenas uma dose da vacina3. As descobertas são de um estudo publicado no periódico JAMA Oncology.
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Cientistas desenvolveram um novo medicamento promissor que parece ser eficaz em retardar a progressão da doença de Alzheimer1 antes mesmo de ela se instalar. As descobertas foram publicadas na revista Alzheimers & Dementia. O medicamento se chama NU-9 e foi testado em modelos de camundongos com Alzheimer2. Descobriu-se que ele é capaz de reduzir significativamente os níveis de moléculas de proteína tóxicas chamadas oligômeros beta-amiloides, que podem se agregar formando as placas3 nocivas associadas ao Alzheimer2.
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Um medicamento oral experimental testado em humanos mostrou que pode aumentar a queima de gordura1 mesmo em repouso, sem comprometer a massa muscular, além de aumentar a absorção de glicose2 e a sensibilidade à insulina3. O bom desempenho demonstrado em ensaios pré-clínicos e clínicos pode abrir um novo caminho para o tratamento da obesidade4 e do diabetes tipo 25. O composto, chamado ATR-258, foi descrito em um estudo publicado na revista Cell.
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Medicamentos como o Ozempic transformaram a forma como tratamos a obesidade1, mas uma revisão de quase 40 estudos mostra que as pessoas recuperam o peso rapidamente se interromperem o tratamento. De acordo com o estudo publicado no The British Medical Journal (BMJ), os benefícios relacionados ao peso e à saúde2 cardiovascular foram completamente revertidos em até 2 anos após a interrupção do uso de medicamentos para emagrecer. Os pacientes recuperaram cerca de 0,4 kg por mês, retornando ao peso inicial em apenas 1,7 ano. Os resultados destacam a necessidade de tratamento a longo prazo com medicamentos para perda de peso a fim de manter os benefícios.
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Uma vacina1 experimental protegeu camundongos geneticamente modificados contra reações alérgicas graves por até um ano, de acordo com uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine. Segundo os cientistas, as descobertas mostram que a vacinação é uma abordagem promissora para a prevenção de reações alérgicas e pode oferecer proteção mais longa contra alergias do que os tratamentos existentes.
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Um coquetel de três RNAs mensageiros (mRNAs), administrado duas vezes por semana, pode rejuvenescer o sistema imunológico1 debilitado de camundongos idosos e potencializar as respostas a vacinas e tratamentos contra o câncer2, segundo um estudo publicado na revista Nature. O tratamento fornece um reforço necessário às células3 imunológicas chamadas células3 T, que coordenam as respostas imunes e destroem células3 infectadas. À medida que as pessoas envelhecem, sua capacidade de produzir células3 T diminui, e as que restam tornam-se menos eficazes.
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Seis sintomas1 específicos de depressão na meia-idade foram associados a um risco maior de demência2, de acordo com dados prospectivos publicado no The Lancet Psychiatry. Esses sintomas1 incluíam perda de confiança e dificuldades na resolução de problemas. As associações foram independentes dos fatores de risco comuns para demência2. Os pesquisadores ressaltam que alguns dos sintomas1 mais comuns observados na prática clínica não foram associados ao risco de demência2, destacando que nem todas as pessoas com depressão na meia-idade têm um risco maior de desenvolver demência2 mais tarde na vida.
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Nos últimos meses, a especialidade de endocrinologia e metabologia viveu um período de avanços acelerados, com grandes ensaios clínicos1 e atualizações de recomendações que reforçam uma visão2 mais ampla do cuidado cardiometabólico. Além da evolução da farmacoterapia para obesidade3 e diabetes4, com novas opções orais, combinações e evidências em desfechos cardiovasculares, ganham destaque o manejo da doença hepática5 metabólica, a incorporação de tecnologias para diabetes4, avanços na prevenção da progressão do diabetes tipo 16 e a atualização de diretrizes em temas clássicos, como o câncer7 diferenciado de tireoide8.
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Em um estudo liderado por pesquisadores do Mass General Brigham, gestantes que interromperam o uso de medicamentos populares para perda de peso à base de GLP-1 antes ou no início da gravidez1 tenderam a ganhar mais peso e a apresentar maiores riscos de diabetes2 e distúrbios hipertensivos durante a gestação, além de terem maior probabilidade de parto prematuro do que mulheres que nunca haviam utilizado esses medicamentos. Os resultados foram publicados no JAMA.
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