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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Veoza® (fezolinetanto), medicamento oral não hormonal indicado para o tratamento de sintomas1 vasomotores moderados a intensos associados à menopausa2. Esses sintomas1, também conhecidos como fogachos, incluem ondas de calor intenso e suores noturnos, que podem afetar de forma importante o sono, a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das mulheres nessa fase da vida. Segundo a Anvisa, estudos mostraram que, após quatro semanas de tratamento, o medicamento reduziu em média 53% das ondas diárias de calor; a intensidade dos sintomas1 também foi menor entre as mulheres tratadas com Veoza® em comparação com aquelas que receberam placebo3.
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Acreditava-se que, depois que os ovários1 haviam passado pela transição para a menopausa2, esses órgãos então retraídos e com cicatrizes3 permaneciam inertes no organismo. No entanto, a descoberta de que os ovários1 de camundongos idosos são infiltrados por células4 do sistema imunológico5 sugere que o órgão pode estar associado a uma inflamação6 sistêmica após a menopausa2. Os achados são de um estudo publicado na revista Molecular Human Reproduction.
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Segundo um estudo publicado na revista Nature Aging, a vida reprodutiva poderia ser prolongada tornando os ovários1 menos rígidos. Um medicamento experimental que amolece o órgão mais do que dobrou a taxa de concepção2 em ratas mais velhas, cuja fertilidade estava em declínio, e aumentou em cinco vezes o tamanho da ninhada. O tratamento ainda precisa ser testado em mulheres, mas os resultados levantam a possibilidade de que a intervenção possa, futuramente, contribuir para a concepção2 em idades mais avançadas.
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Em um texto de opinião publicado no JAMA Dermatology, os autores defendem que o monitoramento laboratorial de rotina durante o tratamento com isotretinoína pode ser dispensado em pacientes saudáveis e sem fatores de risco, com a adoção de uma abordagem orientada por sintomas1 e pelo perfil clínico individual. O conteúdo integra a seção Viewpoint da revista e, portanto, apresenta uma análise argumentativa baseada nas evidências disponíveis.
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Um poderoso relógio molecular, calibrado com dados de atividade gênica de milhares de indivíduos, consegue prever o envelhecimento biológico em roedores, macacos e humanos e o tempo restante de vida em pessoas. O relógio, descrito na revista Nature, baseia-se na análise da atividade gênica em mais de 25 tecidos de quatro espécies: camundongos, ratos, macacos-caranguejeiros e humanos. Embora ainda não esteja pronto para aplicações médicas, o relógio poderá, futuramente, ser uma ferramenta valiosa para biólogos interessados em descobrir quais medicamentos ou mudanças no estilo de vida podem atenuar os inúmeros efeitos do envelhecimento no organismo.
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O tratamento com o fármaco1 experimental elecoglipron levou à perda de peso em pessoas com obesidade2 e melhorou o controle glicêmico naquelas com diabetes tipo 23, segundo dois estudos globais de fase II randomizados, publicados no The Lancet. No estudo VISTA, a perda média de peso corporal na 26ª semana variou de 2,6% no grupo que recebeu 5 mg de elecoglipron a 10,5% no grupo que recebeu 75 mg com etapas de titulação semanal, em comparação com uma perda de 0,6% com placebo4. No estudo SOLSTICE, a redução média da HbA1c5 na 26ª semana variou de 0,91% com 5 mg de elecoglipron a 1,88% com 75 mg de elecoglipron (utilizando um esquema de escalonamento de dose a cada duas semanas), em comparação com uma redução de 0,15% com placebo4.
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Escolher um software médico para clínica ou consultório não é apenas comparar preços, interfaces ou listas de funcionalidades. A escolha do sistema médico deve considerar prontuário, agenda, segurança, disponibilidade, modelo de operação, suporte, IA, financeiro e o perfil real da clínica. Confira um guia prático para saber como comparar sistemas médicos e aproveite ainda uma checklist gratuita para fazer sua comparação.
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Um medicamento utilizado para tratar o diabetes tipo 21 pode reduzir significativamente o risco de insuficiência cardíaca2 em indivíduos geneticamente predispostos à cardiomiopatia, segundo um estudo publicado na Nature Medicine. As descobertas apontam a dapagliflozina como um possível tratamento preventivo3, especificamente para pacientes4 que apresentam certas variantes genéticas raras conhecidas por causar cardiomiopatia. O tratamento com dapagliflozina reduziu as internações por insuficiência cardíaca2 em mais de 80% entre os participantes do estudo que possuíam essas variantes genéticas. Nos participantes que não as possuíam, o medicamento reduziu as internações em 32%.
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As terapias baseadas em incretinas, como os agonistas do receptor de GLP-1 e os agonistas duplos GLP-1/GIP, transformaram o tratamento da obesidade1 nos últimos anos. Medicamentos dessa classe podem promover perda de peso significativa e benefícios cardiometabólicos importantes. Mas a redução do apetite, a perda rápida de peso, os efeitos gastrointestinais e as mudanças no comportamento alimentar também podem trazer riscos nutricionais, funcionais e psicológicos para alguns pacientes. Para orientar um uso mais seguro dessas terapias, entidades europeias publicaram um consenso no The Lancet Diabetes2 & Endocrinology com recomendações práticas para o acompanhamento nutricional, funcional e psicológico de adultos em tratamento com terapias baseadas em incretinas.
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Um medicamento experimental em investigação para obesidade1 e doenças metabólicas apresentou resultados promissores também sobre a gordura2 acumulada no fígado3. Em um ensaio clínico de fase 3 publicado na revista Nature Medicine, a survodutida reduziu de forma significativa a gordura2 hepática4 e o peso corporal em adultos com obesidade1 e doença hepática4 esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD). Os resultados mostraram que 84,2% dos pacientes tratados com survodutida tiveram redução de pelo menos 30% no conteúdo de gordura2 hepática4, medido por ressonância magnética5, em comparação com 24,3% no grupo placebo6.
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