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Uma imunoterapia experimental combateu tumores cerebrais agressivos em um pequeno grupo de crianças, e uma versão personalizada está sendo testada agora em mais pacientes. No estudo, publicado na revista Nature Medicine, o tratamento, chamado de terapia com células1 T direcionadas a antígenos2 associados a tumores (TAA), foi administrado a crianças e jovens adultos que haviam sido diagnosticados recentemente com glioma pontino intrínseco difuso (DIPG) ou apresentavam outros tumores cerebrais que não haviam respondido aos tratamentos convencionais. Crianças com DIPG geralmente sobrevivem por menos de um ano; no entanto, uma das crianças com essa condição e foi tratada continua viva mais de dois anos após receber a terapia com células1 T TAA.
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Dados do estudo anterior MATISSE demonstraram que a vacina1 materna contra o VSR foi eficaz na prevenção de hospitalizações associadas ao VSR em lactentes2; no entanto, eram necessários dados sobre a efetividade em condições de vida real. Em um estudo retrospectivo3 de caso-controle, publicado no JAMA Network Open, a efetividade estimada da vacina1 materna contra o VSR com proteína F de pré-fusão foi de 67,6% contra hospitalizações por doença respiratória aguda associada ao VSR em lactentes2 com 90 dias de vida ou menos. Entre lactentes2 com 30 dias de vida ou menos, a efetividade estimada da vacina1 contra hospitalizações por doença respiratória aguda associada ao VSR foi de 74,2%.
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Pesquisadores da Universidade de Columbia recorreram a uma técnica mais recente de edição genética chamada edição de bases, que pode tornar possível a modificação de embriões, uma perspectiva que há muito preocupa bioeticistas. O estudo, ainda não revisado por pares, foi disponibilizado como preprint na plataforma bioRxiv, e descreve a alteração de genes que influenciam os níveis de colesterol1 LDL2 e de hemoglobina3 no sangue4.
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Restringir carboidratos pode parecer uma abordagem improvável para tratar a anorexia nervosa1, mas a dieta cetogênica mostrou-se promissora no tratamento desse transtorno alimentar em um pequeno estudo, publicado na revista Communications Medicine. Seguir a dieta, que contém grandes quantidades de gordura2, quantidades moderadas de proteína e pouquíssimos carboidratos, fez com que quase 75% das pessoas com o transtorno deixassem de atender aos critérios diagnósticos no estudo. Acredita-se que isso ocorra porque a dieta restaura o funcionamento adequado da liberação de energia nas células3 cerebrais, processo que está alterado na anorexia4, reduzindo assim a ansiedade e a compulsão por restringir a alimentação.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Veoza® (fezolinetanto), medicamento oral não hormonal indicado para o tratamento de sintomas1 vasomotores moderados a intensos associados à menopausa2. Esses sintomas1, também conhecidos como fogachos, incluem ondas de calor intenso e suores noturnos, que podem afetar de forma importante o sono, a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das mulheres nessa fase da vida. Segundo a Anvisa, estudos mostraram que, após quatro semanas de tratamento, o medicamento reduziu em média 53% das ondas diárias de calor; a intensidade dos sintomas1 também foi menor entre as mulheres tratadas com Veoza® em comparação com aquelas que receberam placebo3.
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Acreditava-se que, depois que os ovários1 haviam passado pela transição para a menopausa2, esses órgãos então retraídos e com cicatrizes3 permaneciam inertes no organismo. No entanto, a descoberta de que os ovários1 de camundongos idosos são infiltrados por células4 do sistema imunológico5 sugere que o órgão pode estar associado a uma inflamação6 sistêmica após a menopausa2. Os achados são de um estudo publicado na revista Molecular Human Reproduction.
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Segundo um estudo publicado na revista Nature Aging, a vida reprodutiva poderia ser prolongada tornando os ovários1 menos rígidos. Um medicamento experimental que amolece o órgão mais do que dobrou a taxa de concepção2 em ratas mais velhas, cuja fertilidade estava em declínio, e aumentou em cinco vezes o tamanho da ninhada. O tratamento ainda precisa ser testado em mulheres, mas os resultados levantam a possibilidade de que a intervenção possa, futuramente, contribuir para a concepção2 em idades mais avançadas.
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Em um texto de opinião publicado no JAMA Dermatology, os autores defendem que o monitoramento laboratorial de rotina durante o tratamento com isotretinoína pode ser dispensado em pacientes saudáveis e sem fatores de risco, com a adoção de uma abordagem orientada por sintomas1 e pelo perfil clínico individual. O conteúdo integra a seção Viewpoint da revista e, portanto, apresenta uma análise argumentativa baseada nas evidências disponíveis.
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Um poderoso relógio molecular, calibrado com dados de atividade gênica de milhares de indivíduos, consegue prever o envelhecimento biológico em roedores, macacos e humanos e o tempo restante de vida em pessoas. O relógio, descrito na revista Nature, baseia-se na análise da atividade gênica em mais de 25 tecidos de quatro espécies: camundongos, ratos, macacos-caranguejeiros e humanos. Embora ainda não esteja pronto para aplicações médicas, o relógio poderá, futuramente, ser uma ferramenta valiosa para biólogos interessados em descobrir quais medicamentos ou mudanças no estilo de vida podem atenuar os inúmeros efeitos do envelhecimento no organismo.
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O tratamento com o fármaco1 experimental elecoglipron levou à perda de peso em pessoas com obesidade2 e melhorou o controle glicêmico naquelas com diabetes tipo 23, segundo dois estudos globais de fase II randomizados, publicados no The Lancet. No estudo VISTA, a perda média de peso corporal na 26ª semana variou de 2,6% no grupo que recebeu 5 mg de elecoglipron a 10,5% no grupo que recebeu 75 mg com etapas de titulação semanal, em comparação com uma perda de 0,6% com placebo4. No estudo SOLSTICE, a redução média da HbA1c5 na 26ª semana variou de 0,91% com 5 mg de elecoglipron a 1,88% com 75 mg de elecoglipron (utilizando um esquema de escalonamento de dose a cada duas semanas), em comparação com uma redução de 0,15% com placebo4.
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