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Dados do estudo anterior MATISSE demonstraram que a vacina1 materna contra o VSR foi eficaz na prevenção de hospitalizações associadas ao VSR em lactentes2; no entanto, eram necessários dados sobre a efetividade em condições de vida real. Em um estudo retrospectivo3 de caso-controle, publicado no JAMA Network Open, a efetividade estimada da vacina1 materna contra o VSR com proteína F de pré-fusão foi de 67,6% contra hospitalizações por doença respiratória aguda associada ao VSR em lactentes2 com 90 dias de vida ou menos. Entre lactentes2 com 30 dias de vida ou menos, a efetividade estimada da vacina1 contra hospitalizações por doença respiratória aguda associada ao VSR foi de 74,2%.
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Pesquisadores da Universidade de Columbia recorreram a uma técnica mais recente de edição genética chamada edição de bases, que pode tornar possível a modificação de embriões, uma perspectiva que há muito preocupa bioeticistas. O estudo, ainda não revisado por pares, foi disponibilizado como preprint na plataforma bioRxiv, e descreve a alteração de genes que influenciam os níveis de colesterol1 LDL2 e de hemoglobina3 no sangue4.
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Restringir carboidratos pode parecer uma abordagem improvável para tratar a anorexia nervosa1, mas a dieta cetogênica mostrou-se promissora no tratamento desse transtorno alimentar em um pequeno estudo, publicado na revista Communications Medicine. Seguir a dieta, que contém grandes quantidades de gordura2, quantidades moderadas de proteína e pouquíssimos carboidratos, fez com que quase 75% das pessoas com o transtorno deixassem de atender aos critérios diagnósticos no estudo. Acredita-se que isso ocorra porque a dieta restaura o funcionamento adequado da liberação de energia nas células3 cerebrais, processo que está alterado na anorexia4, reduzindo assim a ansiedade e a compulsão por restringir a alimentação.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Veoza® (fezolinetanto), medicamento oral não hormonal indicado para o tratamento de sintomas1 vasomotores moderados a intensos associados à menopausa2. Esses sintomas1, também conhecidos como fogachos, incluem ondas de calor intenso e suores noturnos, que podem afetar de forma importante o sono, a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das mulheres nessa fase da vida. Segundo a Anvisa, estudos mostraram que, após quatro semanas de tratamento, o medicamento reduziu em média 53% das ondas diárias de calor; a intensidade dos sintomas1 também foi menor entre as mulheres tratadas com Veoza® em comparação com aquelas que receberam placebo3.
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Acreditava-se que, depois que os ovários1 haviam passado pela transição para a menopausa2, esses órgãos então retraídos e com cicatrizes3 permaneciam inertes no organismo. No entanto, a descoberta de que os ovários1 de camundongos idosos são infiltrados por células4 do sistema imunológico5 sugere que o órgão pode estar associado a uma inflamação6 sistêmica após a menopausa2. Os achados são de um estudo publicado na revista Molecular Human Reproduction.
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Segundo um estudo publicado na revista Nature Aging, a vida reprodutiva poderia ser prolongada tornando os ovários1 menos rígidos. Um medicamento experimental que amolece o órgão mais do que dobrou a taxa de concepção2 em ratas mais velhas, cuja fertilidade estava em declínio, e aumentou em cinco vezes o tamanho da ninhada. O tratamento ainda precisa ser testado em mulheres, mas os resultados levantam a possibilidade de que a intervenção possa, futuramente, contribuir para a concepção2 em idades mais avançadas.
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Em um texto de opinião publicado no JAMA Dermatology, os autores defendem que o monitoramento laboratorial de rotina durante o tratamento com isotretinoína pode ser dispensado em pacientes saudáveis e sem fatores de risco, com a adoção de uma abordagem orientada por sintomas1 e pelo perfil clínico individual. O conteúdo integra a seção Viewpoint da revista e, portanto, apresenta uma análise argumentativa baseada nas evidências disponíveis.
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Um poderoso relógio molecular, calibrado com dados de atividade gênica de milhares de indivíduos, consegue prever o envelhecimento biológico em roedores, macacos e humanos e o tempo restante de vida em pessoas. O relógio, descrito na revista Nature, baseia-se na análise da atividade gênica em mais de 25 tecidos de quatro espécies: camundongos, ratos, macacos-caranguejeiros e humanos. Embora ainda não esteja pronto para aplicações médicas, o relógio poderá, futuramente, ser uma ferramenta valiosa para biólogos interessados em descobrir quais medicamentos ou mudanças no estilo de vida podem atenuar os inúmeros efeitos do envelhecimento no organismo.
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O tratamento com o fármaco1 experimental elecoglipron levou à perda de peso em pessoas com obesidade2 e melhorou o controle glicêmico naquelas com diabetes tipo 23, segundo dois estudos globais de fase II randomizados, publicados no The Lancet. No estudo VISTA, a perda média de peso corporal na 26ª semana variou de 2,6% no grupo que recebeu 5 mg de elecoglipron a 10,5% no grupo que recebeu 75 mg com etapas de titulação semanal, em comparação com uma perda de 0,6% com placebo4. No estudo SOLSTICE, a redução média da HbA1c5 na 26ª semana variou de 0,91% com 5 mg de elecoglipron a 1,88% com 75 mg de elecoglipron (utilizando um esquema de escalonamento de dose a cada duas semanas), em comparação com uma redução de 0,15% com placebo4.
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